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Empresários de Luis Correia denunciam que estão sendo ameaçados em redes sociais

Durante o encontro alguns empresários relataram que estavam recebendo ameaças por telefone, alguns com extorsão. Não foi informado quantos empresários receberam ameaças.

28/04/2022 às 08h11
Por: Tiago Andrade
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Foto: Ascom/Prefeitura de Luís Correia
Foto: Ascom/Prefeitura de Luís Correia

 

Empresários do ramo de hotelaria no município de Luís Correia (a 345 km de Teresina) denunciaram que estão sendo ameaçados por criminosos através de ligações telefônicas e pelas redes sociais. O crime foi relatado pelos empresários durante reunião entre a prefeita Maninha e o novo comandante do 24° BPM, o major Inácio Delgado.

O major Inácio Delgado assumiu o comando do 24º Batalhão, em Luís Correia, no lugar do major Wilton, no último dia 19 de abril. A reunião foi realizada para discutir as ações que estão sendo executadas no litoral pela Polícia Militar.

Durante o encontro alguns empresários relataram que estavam recebendo ameaças por telefone, alguns com extorsão. Não foi informado quantos empresários receberam ameaças.

“São ameaças que estão acontecendo, onde utilizam dados que podem ser conseguidos pelas redes sociais ou pela internet. Eles mandam mensagens ou fazem ligações fazendo essas ameaças, às vezes, pedindo dinheiro. Ameaças do tipo: se não me pagar tanto por mês, eu vou queimar o seu estabelecimento. Esse tipo de ameaça”, explicou o major.

Para o comandante, as denúncias são sérias e que por isso é importante que todas as vítimas realizem um Boletim de Ocorrência, para que a Polícia Militar e a Polícia Civil possam juntas identificar os suspeitos.

“Alguns não tinham nem mesmo feito um Boletim de Ocorrência, mas orientamos que fizessem isso. Tratamos todo o caso com seriedade, pois não sabemos realmente ainda do que se trata. Com o caso registrado, o trabalho de investigação é realizado de forma mais ampla, porque podemos cruzar com outros locais onde possam estar ocorrendo o mesmo caso e assim identificar quem está fazendo isso, se é partido de algum presídio, algum grupo, se existe alguma repetição de mensagens em massa. Pode ter um colega de outro estado, que tem um caso semelhante, então com o registro do boletim, a Polícia Civil e a Militar podem atuar juntas e apurar isso”, explicou.

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